Compra e venda
Verificação de titularidade, preço, pagamento, posse, escritura, registro, tributos, certidões e hipóteses de inadimplemento.
O contrato deve retratar o negócio real, antecipar problemas previsíveis e estabelecer consequências executáveis. Modelo genérico não substitui análise de matrícula, documentos, pagamento e capacidade das partes.
Solicitar análise pelo WhatsAppEm negócios imobiliários, a maior parte do risco está fora do texto padrão: na matrícula, no financiamento, nas dívidas, na condição civil das partes, na posse e no que foi prometido informalmente.
Uma boa assessoria não apenas “corrige português”. Ela verifica se a estrutura jurídica permite o resultado pretendido e se as obrigações podem ser comprovadas e exigidas.
Elaboração do zero, revisão antes da assinatura ou análise de contrato já em execução. Cada momento exige uma estratégia diferente.
Verificação de titularidade, preço, pagamento, posse, escritura, registro, tributos, certidões e hipóteses de inadimplemento.
Definição precisa do direito negociado, anuências necessárias, riscos de financiamento e condições para futura regularização.
Estruturação de garantias, encargos, conservação, vistoria, reajuste, devolução do imóvel e consequências da mora.
Formalização de encerramento, cobrança, constituição em mora, entrega de chaves e preservação de provas.
Cláusulas não devem apenas declarar intenções. Devem atribuir responsabilidades, prever provas e definir o que acontece quando uma condição não se cumpre.
Objetivo, documentos, fluxos de pagamento, posse, financiamento e expectativas das partes.
Inconsistências registrais, obrigações frágeis, omissões, multas e cenários de inadimplemento.
Redação ou ajuste de cláusulas, condições, garantias, documentos anexos e formas de comunicação.
Não por si só. O reconhecimento de firma confirma a assinatura nos limites do ato notarial, mas a transferência da propriedade depende do título adequado e de seu registro na matrícula, conforme o caso.
A operação pode envolver riscos graves se feita sem anuência da instituição financeira. Um contrato entre particulares não libera o devedor original perante o banco nem transfere automaticamente o financiamento.
Geralmente não. Ele pode servir como referência de estrutura, mas não verifica matrícula, capacidade das partes, dívidas, financiamento, regime de bens ou condições específicas do negócio.
A análise antes do pagamento, da entrega das chaves ou da assinatura definitiva preserva mais opções de negociação.